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Um Credencial muito especial

Um programa campeão!

O Credencial começou numa madrugada australiana em 2009 como um bate-papo absolutamente informal sobre a corrida que tinha ocorrido horas antes. Desde então, ele aconteceu nas mais diversas formas e tamanhos. O que não impediu do podcast se firmar como um alternativa de muito respeito e envergadura para quem gosta de se aprofundar sobre a Fórmula 1. O diferencial de trazer a vivência de dentro do paddock se mostrou decisivo nisso.

A partir de agora, o Credencial cresceu. Cresceu junto com o TotalRace, incorporando outras categorias como a Indy, a Stock Car, o Brasileiro de GT e a Nascar (essa, a partir da próxima edição), que contam com a cobertura da equipe do site da maneira que a gente preza, buscando a informação onde ela acontece e produzindo seu próprio conteúdo.

Assim, o que era o “podcast do Ico” passa a ser mais do que nunca o “podcast do TotalRace”, com todo mundo que o faz tendo voz e participando sempre que as agendas permitirem.

Para ampliar ainda mais a qualidade do programa, a ideia é termos a cada edição um piloto convidado, para explorar a fundo a realidade da categoria que ele participa trazendo a visão de quem se senta no cockpit. Sempre com a qualidade de conteúdo que marca o nosso site. Neste programa, bati um papo muito legal com o Luiz Razia, piloto da GP2 e colunista do site, uma conversa que por si só mereceria um programa à parte. Mas tem muito mais coisas também!

É, enfim, um Credencial mais completo e abrangente. Uma cara que o cara que começou tudo isso numa madrugada australiana gosta muito.

Para acessar ao Credencial, vocês sabem, é só entrar na TV Blogo. Corram lá, escutem, baixem, comentem, divulguem!

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Cabulando aula

Lauda não era muito fã da escola (Foto Rica Ramos/TotalRace)

No Brasil são comuns as histórias de pilotos que deixam os estudos de lado para se concentrar na carreira esportiva. Algo que se tornou ainda mais comum desde que as categorias de base definharam no País, gerando a necessidade de sair para o Exterior ainda em tenra idade para quem quer seguir um caminho em monopostos.

Por uma simples questão geográfica, os pilotos europeus sofrem menos com isso. Mas há exceções claro. Uma, surpreendente, é a de Niki Lauda. Em uma recente entrevista ao jornal alemão “Die Zeit”, o tricampeão revelou que falsificou seu diploma do colegial para acalmar os pais. “Os estudos estavam demorando demais, então eu falsifiquei o documento, todo mundo ficou feliz e eu pude me concentrar nas corridas”.

Lauda diverte-se dizendo que a falsificação era tão primária que ele só mostrou o documento aos pais de longe. “O nome do verdadeiro dono do diploma foi apagado com tinta branca e era fácil de perceber mesmo a metros de distância que alguma coisa estava errada”, conta ele, que foi criado em uma família tradicional vienense, cujo avô industrial era absolutamente contra sua vontade de ser piloto de corridas.

Nota-se que mesmo sem ter completado os estudos, o austríaco não só se tornou um dos pilotos mais analíticos que passou pela Fórmula 1 como também provou ser um empresário de sucesso - e num ramo bem selvagem que é o da aviação civil.

Fica de nota curiosa para um personagem dos mais interessantes. Alguém sabe mais algum campeão notório que trocou completamente a carteira da sala de aula pelo banco do cockpit?