Foto do dia – Kimi Raikkonen
Nestes dias de colocar em ordem a casa e o computador, encontrei e achei curiosa essa antiga imagem de Kimi Raikkonen. Com ainda mais cara de bebê e já vencendo - e feliz empunhando uma garrafa de bebida, diriam alguns. Vamos ver se um dos protagonistas do ano passado brilha de novo neste ano! Para ampliar a imagem, clique nela. E se você ainda não viu meu texto listando os melhores de 2012, clique aqui.
Foto do Dia – GP da França de 1979

Jean-Pierre Jabouille a caminho da primeira vitória da Renault, enquanto René Arnoux prepara um duelo também histórico com Gilles Villeneuve
Quando for dada a largada para o GP do Brasil em Interlagos, no final desse mês, a equipe Renault estará fazendo sua 300ª corrida na Fórmula 1. E a última nessa sua segunda passagem como time próprio na categoria.
Um final um melancólico para uma bonita história, com a montadora verdadeiramente encarando a presença de seu nome no time administrado pelo Grupo Genii como um abacaxi que eles tiveram de descascar como consequência do lamentável episódio do GP de Cingapura de 2008.
A partir do ano que vem, o time passa a ser chamado de “Lotus” e a Renault se concentra em fazer o que realmente quer: fornecer motores. E de preferência para uma equipe campeã. O domínio atual ao lado da Red Bull tem claros ecos dos anos em que os franceses empurravam as máquinas da Williams para uma série de títulos, nos anos 90.
As duas fases do time na Fórmula 1 são distintas. A primeira marcada pelo pioneirismo dos motores turbo, pelo nacionalismo francês e pelos títulos mundiais que não vieram. Época de Jean-Pierre Jabouille (autor da primeira vitória do time correndo em casa, na imagem acima), René Arnoux e Alain Prost, encerrada em 1985 em meio a uma grande crise financeira na empresa.
A segunda fase foi marcada pela parceria com Flavio Briatore, pela explosão de Fernando Alonso e por toda a controvérsia da prova inaugural de Cingapura. Com a fábrica de chassis na Inglaterra, herança da equipe Benetton, e sucesso marcada em cima dos principais nomes que haviam feito o sucesso dessa nos anos 90. Uma Renault binacional, bilíngüe e bicampeã mundial.
O saldo final? Foram 35 vitórias, 51 pole positions e 31 voltas mais rápidas e os títulos de pilotos e de contrutores em 2005 e 2006. É a quinta equipe que mais venceu na categoria, empatada com a Brabham. É uma história de respeito, que deixa sempre abertas as portas da categoria caso a montadora queira voltar a ter equipe própria.
Foto do dia – GP da Itália de 1978
É uma imagem rara. E emblemática. Ronnie Peterson lidera um grupo de carros no GP da Itália de 1978,. Seria legal se fosse nas primeiras voltas da corrida. Mas a imagem foi feita na volta de apresentação. E isso fez toda a diferença. Infelizmente. Clique para ampliar!
Foto do dia – GP da Bélgica de 1988
Das oito equipes pelas quais Martin Brundle correu na Fórmula 1, a passagem pela Williams foi a mais curta de todas: uma corrida apenas, o GP da Bélgica de 1988, substituindo um Nigel Mansell acometido por catapora. Naquela temporada, Brundle era o piloto de testes da equipe e corria o Mundial de Protótipos pela Jaguar, no qual se sagrou campeão. Num dos piores anos da Williams, que corria com motores Judd, o piloto teve uma participação bem discreta em Spa-Francorchamps: apenas 12º colocado no grid e sétimo na corrida - fora da zona de pontos na época - que foi vencida pelo brasileiro Ayrton Senna.
Foto do dia – Reunião da GPDA
Relaxados, sorridentes, parceiros: assim eram os heróis de outros tempos. Fica a imagem como desafio do sábado: nomeie os pilotos da foto. Clique para ampliar e mãos à obra!
Foto do dia – Jochen Rindt
A morte de Roy Winkelmann no último domingo merece mais que um pé de página no noticiário automobilístico. Chefe da equipe de Fórmula 2 mais bem-sucedida dos anos 60, ele lançou ao estrelato o austríaco Jochen Rindt, uma parceria que colecionava triunfos e assustava os adversários com tamanha dominação. E Winkelmann também era um cara criativo, como mostra a imagem acima. Numa época em que se faziam os primeiros experimentos com aerofólios, ele resolveu colocar essa geringonça em cima de uma Brabham 23C durante um teste. Ao que consta, o experimento ficou só nisso e o carro nunca correu nessa configuração.
Foto do dia – Montreal 2011
Juntos eles já comemoraram uma vitória do GP do Canadá. Foi em 1974 e não exatamente em Montreal, mas no circuito de Mosport. Ontem, se encontraram para relembrar dos velhos tempos numa conversa. Foi impossível não registrar a conversa de Emerson Fittipaldi, que está aqui como comissário de prova, e Tyler Alexander, que era um jovem mecânico quando Bruce McLaren criou sua equipe e logo ascendeu para um posto diretivo - que manteve até o ano de 2009. Aproveitei para perguntar ao norte-americano se o livro de memórias dele sobre o qual tínhamos conversado no ano passado ficou pronto. “Ainda não. Compilar 50 anos de automobilismo dá trabalho”, respondeu. Por sua trajetória, dá para esperar mais um pouco com certeza!
Homenagem a José Carlos Pace
Não é todo dia que se vê isso e o Felipe Motta logo me chamou a atenção: no acesso à área VIP do circuito Gilles Villeneuve, um dos pilotos homenageados no grande painel de fotos é o saudoso José Carlos Pace. Que, curiosamente, nunca chegou a correr aqui em Montreal, já que a primeira prova de F-1 nessa pista foi em 1978, ano seguinte ao de seu acidente aéreo fatal. Bom ver que sua memória não foi esquecida!




























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