Confira o placar entre companheiros e as diferenças na classificação do GP da China
As diferenças são calculadas nas sessões em que o companheiro com classificação pior é eliminado e os placares contabilizam o resultado do treino, e não a posição de largada, que pode ser alterada devido a punições.
Confira o placar entre companheiros e as diferenças na classificação do GP da Índia
As diferenças são calculadas nas sessões em que o companheiro com classificação pior é eliminado e os placarem contabilizam o resultado do treino, e não a posição de largada, que pode ser alterada devido a punições.
Confira o placar entre companheiros e as diferenças na classificação do GP do Japão
As diferenças são calculadas nas sessões em que o companheiro com classificação pior é eliminado e os placarem contabilizam o resultado do treino, e não a posição de largada, que pode ser alterada devido a punições.
Confira o placar entre companheiros e as diferenças na classificação do GP de Cingapura
As diferenças na Williams e Mercedes não estão calculadas porque Bruno Senna e a dupla alemã não marcaram tempo na sessão em que foram eliminados.
As diferenças são calculadas nas sessões em que o companheiro com classificação pior é eliminado e os placarem contabilizam o resultado do treino, e não a posição de largada, que pode ser alterada devido a punições.
Confira o placar entre companheiros e as diferenças na classificação para o GP da Itália
Correndo pela primeira vez ao lado de d'Ambrosio pela suspensão de Grosjean, Raikkonen se classificou à frente do companheiro por uma das maiores diferenças do dia, 0s666. Como Nico Hulkenberg não marcou tempo devido a um problema hidráulico em sua Force India, a diferença não foi calculada.
Monza promete classificação mais apertada do ano
A marca das classificações nesta temporada de Fórmula 1 tem sido o equilíbrio. Em diversas oportunidades, especialmente na segunda parte dos treinos de sábado, que define os dez pilotos que estarão na luta pela pole, as diferenças entre os primeiros não passou de meio segundo. No treino que define o grid de largada para o GP da Itália, a expectativa é de que as distâncias sejam ainda menores.
Isso é explicado pela natureza do circuito em que a 13ª etapa do Mundial será disputada. O tradicional traçado de Monza, inaugurado em 1911, é marcado pelas longas retas e poucas curvas. São quatro os pontos em que os carros ultrapassam os 300km/h, quebrados por três chicanes e quatro curvas propriamente ditas. São características que igualam o desempenho de carros e pilotos.
“A classificação será decidida por alguns décimos, então não será fácil para ninguém”, reconheceu o líder do campeonato, Fernando Alonso. “Há poucas curvas em Monza, então não dá para ganhar ou perder muito porque não tem onde espremer para tirar tempo. Vamos tentar largar o mais adiante possível, porque é muito mais difícil do que parece ultrapassar por aqui.”
Os treinos livres foram prova disso: apenas 0s257 separaram os oito primeiros, sendo que os três melhores – Lewis Hamilton e Jenson Button, da McLaren, e Alonso, da Ferrari – rodaram no mesmo décimo de segundo. Com isso, a preocupação das equipes para acertar na configuração do carro de maneira que consiga ser rápido na classificação, com pouco combustível, e na corrida, é grande. “Se você conseguir uma pequena melhora no acerto, isso pode ser decisivo para a posição de largada”, destacou Kimi Raikkonen, que busca sua primeira vitória no campeonato e no circuito italiano.
O finlandês lembrou ainda de outra dificuldade para a classificação decorrente do baixo número de curvas – e, consequemente, de freadas: recarregar o Kers, sistema de recuperação de energia que usa o calor dos freios para gerar torque ao motor. “Não dá para fazer duas voltas lançadas em sequência porque o Kers não se recarrega o suficiente para a segunda. Então, ou você tem de fazer uma volta mais lenta ou ir para o box.”
Um olho nos tempos, outro no termômetro
Quando a temporada começou, a expectativa era de que o tipo de pista fosse decisivo para determinar o equilíbrio de forças a cada etapa. Porém, o que estamos vendo nesta “estranha” temporada, como classificou Button ao analisar a quinta colocação de Nico Rosberg no treino de hoje, é que a temperatura vem sendo mais determinante para os resultados que a características da pista. Em Melbourne, com um clima de ameno a quente, as McLaren reinaram. Na pista molhada e, por isso, um pouco mais fria, da Malásia, foram Ferrari e Sauber se que deram melhor. No frio chinês, com asfalto abaixo de 20ºC, a Mercedes reinou.
Por isso, não é exatamente de se estranhar que o final de semana mais quente até agora, com temperaturas do asfalto acima dos 40ºC, faça emergir uma nova/velha força. A Red Bull tem, hoje, menos pressão aerodinâmica do que em um passado recente e, consequentemente, custa um pouco mais a entrar na tal janela de funcionamento do pneu. Não raro, vimos seus pilotos lutando contra a pouca aderência nas primeiras etapas. No ritmo de corrida, no entanto, eles se mostraram fortes o suficiente para lutar por vitórias.
Mas isso não aconteceu até o momento devido ao mau desempenho nas classificações, que acabam sendo resultado da própria falta de aderência vinda de pneus que não estão trabalhando como deveriam, somada à dificuldade que a equipe vinha tendo para tirar o máximo de seu conjunto. Isso, até que chegaram no Bahrein, já com uma compreensão maior do carro e uma ajudinha externa do calor.
Ao mesmo tempo – e não é coincidência nenhuma – vimos a Mercedes de Rosberg fazendo o melhor primeiro setor e caindo no decorrer da volta lançada. Sintoma de pneus cozinhados antes da hora.
Já vimos nestes últimos dois anos que tudo isso não necessariamente quer dizer que a Red Bull vai voar e veremos outra dobradinha amanhã. Evitar o tráfego é a principal chave nas corridas da era Pirelli. E se há alguém que sabe disso, é Vettel, que vai tentar escapar na ponta para poder manejar seus pneus como nos “velhos” tempos – até porque só é mais veloz na reta que as HRT e Marussia. Porém, é claro que um carro mais adaptado às situações é meio caminho andado para ter uma corrida tranquila.
O mais interessante de tudo isso é que não são os pneus em si que fazem a diferença, mas a interação entre os carros, a pista e a borracha. É provável que, à medida que os engenheiros compreenderem melhor essa equação, as variações não sejam tão grandes, além do desenvolvimento já estar sendo pautado visando evitar esse sobe e desce. Mas, pelo menos por enquanto, vale a recomendação de ficar com um olho nos tempos – aliás, mais uma vez apertadíssimos, com 15 pilotos no mesmo segundo no Q2 – e outro no termômetro.
Confira o placar e diferenças entre companheiros no grid do GP do Bahrein
Como ficaram as diferenças hoje:
Vettel x Webber 0s215
Hamilton x Button 0s191
Alonso x Massa 0s509
Rosberg x Schumacher 0s277
Grosjean x Raikkonen 0s543
Di Resta x Hulkenberg 0s297
Perez x Kobayashi 0s146
Ricciardo x Vergne 1s026
Senna x Maldonado 0s173
Kovalainen x Petrov 0s971
Pic x Glock 0s222
De la Rosa x Karthikeyan 0s431
Confira o placar entre companheiros após o GP da China
Como ficaram as diferenças hoje:
Webber x Vettel 0s331
Hamilton x Button 0s565
Alonso x Massa 0s273
Rosberg x Schumacher 0s570
Raikkonen x Grosjean 0s724
Di Resta x Hulkenberg 0s428
Kobayashi x Perez 0s740
Ricciardo x Vergne 0s781
Maldonado x Senna 0s006
Kovalainen x Petrov 0s214
Glock x Pic 0s435
De la Rosa x Karthikeyan 0s589









