26nov/113

Carro sofrerá na altitude de Interlagos

A corrida de Interlagos não é só um desafio para os pilotos. É, principalmente, para o carro.

Para começar, está é uma das únicas pistas localizada acima do nível do mar, o que tira cerca de 70 cavalos de potência do motor. E a alta densidade do ar faz com que o carro perca carga aerodinâmica.

O principal acerto do carro é um compromisso entre o downforce (para o setor dois, principalmente) e o arrasto aerodinâmico (para termos velocidade na reta), uma vez que andamos com o pé embaixo desde a junção até o fim da reta. Ou seja, precisamos de alta velocidade.

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  1. A pista de Interlagos é *desafiadora”, porque é em * sentido anti-horário *. Após uma temporada com circuitos em sentido horário, isto gera um problema para os *músculos do pescoço*. O desnível na pista também complica. É sempre um circuito desafiador e o clima também faz diferença (historicamente); costuma chover durante o ” GP do *Brasil.

    Haverá, muito trabalho para acertar a acústica dos *motores* e proporcionar desta forma, uma máxima potência.

    *Outro fator limitante, está no *consumo de combustível*, o qual é diminuído. *O grande desafio dos engenheiros, portanto, é minimizar a perda de potência; devido ao menor *volume de oxigênio* no ar.

  2. este post é incrível! Obrigado pela informação!

    Adalberto@nossafamiliaalvares.com.br

  3. Taí mais uma desculpa brasileira pra justificar um mal resultado. Os brasileiros são os mais criativos, sem dúvida.

    Não sei, não…cansei de ver o Schumacher e a sua Ferrari se dar bem em Interlagos. Esta última corrida deu RBR com Vettel e Webber muito bem com “altitude”, pista em sentido anti-horário…Senna e Prost não reclamavam, seja com qual for o carro…

    E nem assim, correndo “em casa” e acostumados com Interlagos, nenhum dos pilotos brasileiros de 2011 se destacou (positivamente).


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