15mai/130

Fórmula E mostra carro e confirma Renault como parceira

A nova categoria gerida pela FIA de carros movidos a motores elétricos, a Fórmula E, mostrou como deverá ficar seu carro hoje. A categoria também anunciou para o primeiro ano de realização a parceria técnica com a montadora francesa Renault.

O campeonato terá sua primeira edição em 2014 e é para a FIA um modo limpo de competição a motor que poderá ser expandido futuramente. A entidade planeja ter pelo menos 10 equipes e 20 pilotos para disputar o campeonato do ano que vem.

No mês passado a FIA soltou oito localidades para o campeonato, todas em circuitos de rua. São elas: Roma, Los Angeles, Londres, Miami, Buenos Aires, Pequim, Putrajaya (Malásia) e o Rio de Janeiro. A pista brasileira deverá ser a primeira a ser apresentada, no dia 13 de novembro deste ano.

As pistas deverão ter de 2,5 a 3km e os carros poderão atingir no máximo 220km/h.

Confira galeria:

13mai/130

Kubica será melhor por “levar mais a sério” que Kimi, crava Loeb

O nove vezes campeão do Mundial de Rali, Sebastien Loeb, acredita que Robert Kubica pode ter mais sucesso na categoria do que Kimi Raikkonen, que competiu por dois anos ao lado do francês no campeonato, em 2010 e 2011.

Por sua vez, Kubica, que ainda se recupera de acidente sofrido em fevereiro de 2011, tem disputado várias etapas do Europeu de Rali e participará também de eventos do Mundial. O polonês chegou a liderar uma prova do campeonato continental e andar em segundo no Rali de Portugal, válido pelo WRC2. Porém, duas participações no rali são marcadas por acidentes.

Porém, Loeb acredita no avanço de Kubica. “Tenho certeza de que ele será mais rápido porque, ao contrário de Kimi, ele leva as coisas muito a sério e quer estar lá. Kimi era bom no início, mas nunca melhorou da maneira que queria, e daí ele voltou à F-1 e começou a ganhar novamente”, lembrou.

“Acho que Robert está fazendo de maneira séria. Ele está trabalhando para melhorar e tenho certeza de que, se continuar assim, ele será rápido. Ele precisa de experiência para permanecer na pista um pouco mais, porque ele está cometendo alguns erros no momento, mas está demonstrando muita velocidade.”

Categorias: WRC Sem Comentários
7mai/131

Bruno Senna destaca bom ritmo e se vê forte para Le Mans

O brasileiro Bruno Senna, piloto da Aston Martin no WEC neste ano, fez boa corrida em Spa-Francorchamps no ultimo fim de semana. Largando da pole, Senna foi o segundo na categoria GTE-Pro, ao lado do britânico Rob Bell e do francês Frédéric Makowiecki.

Com resultado, Bruno é o primeiro na tabela do campeonato da GT, com 44 pontos, empatado até com o trio da Audi na LMP1, André Lotterer, Marcel Fässler e Benoit Tréluyer na geral.

“Não dava para imaginar que poderíamos começar melhor o campeonato”, falou Senna feliz.

“Uma vitória e um segundo lugar. Estamos fortes. Belgica foi uma corrida que chegamos ao pódio com estratégia. O ritmo de todos estava forte, o nosso também, mas tivemos que arriscar bastante na estratégia para poder chegar onde chegamos.”

“Graças a Deus estivemos muito bem. O carro foi muito competitivo. Lá em Silverstone estávamos rápidos e competitivos desde o início, e aqui a primeira vez que sentei o carro com combustível baixo e pneu novo e fiz a pole. Tudo bem que a classificação é a parte mais irrelevante deste campeonato, mas cada ponto conta.”

O brasileiro disse ter gostado do clima mais solto das corridas de Endurance, onde pode se concentrar especificamente em sua performance.

“Aqui é um ambiente muito mais relaxado mesmo sendo extremamente competitivo. Em uma média de quatro voltas com dois pilotos em cada carro nossa diferença para o segundo foi de menos de 0.1s. Quer dizer, não tem falta de competitividade.”

“Mas aqui todos se divertem, a equipe está curtindo, o clima é muito bom e a oportunidade que tenho é bem mais justa do que tive antes. Estou gostando bastante do Endurance com GT, mas você sempre quer experimentar outras coisas.”

Para a corrida mais importante do ano, as 24 Horas de Le Mans, Bruno acredita em grande desafio.

“Le Mans vai ser dureza. Essas duas primeiras provas, Silverstone e Spa, foram em pistas que conheço, tenho experiência. Foi muito mais fácil atingir o limite. Mas Le Mans vai ser bem mais difícil. Você tem muito menos tempo na pista, então vai ser um desafio grande e vamos ver.

“[Em 2009] sofri muito em não estar em um carro competitivo para ganhar”, finalizou.

7mai/132

Projeto de nova pista em Curvelo ganha forma

O projeto de uma nova pista de Curvelo, em Minas Gerais, que atenderia às exigências tanto da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), quanto da Federação Internacional de Motociclismo (FIM) começa a tomar forma.

A pista deve ser construída às margens da BR-135 e está sendo desenhada pela equipe do arquiteto Humberto Anastasia. De acordo com o jornal “Estado de Minas”, as obras se iniciarão após a concessão do licenciamento ambiental. A ideia é aproveitar a energia solar e água das chuvas para tornar o empreendimento totalmente sustentável.

O terreno de 275,21 hectares (2,75 milhões de metros quadrados) contará com kartódromo, pista de motocross, boxes e arquibancadas, além de condomínio e distrito industrial – os lotes já estão sendo oferecidos. O projeto é coordenado pela Brasil Esporte Motor Clube (BEMC).

A principal finalidade da pista é trazer a Moto GP de volta ao Brasil e o prazo para a entrega das primeiras instalações é o primeiro semestre de 2014.

“Nós temos o aval da Confederação Brasileira de Motociclismo para pleitear o evento, o que seria uma segunda fase do trabalho. A prioridade agora é dar início às obras e garantir que o autódromo e seu entorno estejam operacionais dentro dos prazos previstos”, afirmou o presidente da BEMC, Flávio Bergmann. “Mas há uma demanda da Moto GP, o desejo da categoria e das fábricas de motos de retornar ao país, o que esbarra na falta de circuitos em condições de sediar as corridas. E não escondemos que, na pior das hipóteses, nosso objetivo é receber o campeonato em 2015. E várias categorias internacionais e nacionais de destaque, que certamente vão querer acelerar num complexo moderno e atrativo.”

5mai/130

Augusto Farfus vence na abertura da DTM 2013


A DTM iniciou hoje em Hockenheim uma nova era na sua história. Bebendo na fonte da Fórmula 1, a categoria introduziu a asa traseira móvel e o uso obrigatório de diferentes compostos de pneus para temperar as disputas nas corridas. Neste cenário, quem se deu bem foi o brasileiro Augusto Farfus. Após ter largado em segundo, ele fez uma prova perfeita para vencer graças à uma boa estratégia da equipe BMW.

“Foi excepcional. Largando em segundo sabíamos que era possível brigar pela vitória mas como a classificação foi no molhado, mas não sabíamos como estava nosso acerto para o seco. A equipe fez um trabalho fantástico, a escolha de largar com os pneus macios e fazer o primeiro pitstop logo no começo da entrada do safety car foi crucial. O carro esteve competitivo e eu tive um bom ritmo com ambos os compostos de pneus, então não é uma vitória só minha, mas também da equipe que fez uma grande estratégia do pitwall”, falou o piloto ao TotalRace depois da corrida.

Comprovando a qualidade do espetáculo, o segundo colocado foi o também piloto da BMW Dirk Werner, que havia largado da vigésima posição e ganhou diversas posições ao longo das 42 voltas de prova. O também alemão Christian Vietoris, da Mercedes, completou o pódio na terceira posição.

Após a corrida, Farfus celebrou não apenas a vitória, mas a nova dinâmica das corridas na DTM. “Melhorou muito com a possibilidade de usar pneus macios e asa traseira móvel. O carro da DTM é extremamente sofisticado e, como acontece na F-1, quando você segue um carro muito próximo acaba perdendo pressão aerodinâmica e isto torna as ultrapassagens praticamente impossíveis. Com as novidades, você tem melhor performance e mais velocidade nas retas. Acho que esta combinação gerou um resultado fantástico. Nunca tive uma corrida com tantas disputas e ultrapassagens como esta. Tem de dar os parabéns para a DTM e para a Hancook pelas inovações porque trouxe mais emoção e ultrapassagens, que é o que o público quer ver.”

(Colaborou Karin Sturm, de Hockenheim)

Classificação após uma etapa:

1) Augusto Farfus (BRA/BMW) - 25 pontos
2) Dirk Werner (ALE/BMW) - 18
3) Christian Vietoris (ALE/Mercedes) - 15
4) Gary Paffett (ING/Mercedes) - 12
5) Bruno Spengler (CAN/BMW) - 10
6) Timo Scheider (ALE/Audi) - 8
7) Joey Hand (EUA/BMW) - 6
8 ) Mike Rockenfeller (ALE/Audi) - 4
9) Marco Wittmann (ALE/BMW) - 2
10) Roberto Merhi (ESP/Mercedes) - 1

3mai/132

Nelsinho Piquet esclarece problema com Brian Scott

O brasileiro Nelsinho Piquet, piloto do carro 30 da equipe Turner, deu sua versão à rádio Jovem Pan sobre seu incidente na última prova da Nationwide, segunda divisão da Nascar, com o piloto do carro 2, o norte-americano Brian Scott.

O piloto e Piquet se tocaram durante o fim da corrida. Na volta de desaceleração, após a bandeirada, o americano bateu em Piquet. Logo após, ambos brigaram depois de sair dos carros. Mais tarde, saindo do autódromo, Nelsinho também foi atacado por mecânicos do piloto no estacionamento, levando socos e chutes.

Piquet relembrou o início da rivalidade. “A história não é muito longa, mas começou no ano passado. Terminei em segundo em Martinsville, onde vim passando todo mundo lá de trás.”

“Na verdade, nem sei em que parte da prova passei ele, e ele ficou um pouco frustrado. Acabou a corrida, estava entrando nos boxes feliz porque tínhamos sido segundo em Martinsville, que é uma das pistas mais difíceis do ano, onde um piloto de fórmula tem mais dificuldades.”

“E ele [Scott] me deu uma porrada, quase rodei e não entendi. Desde aquele momento, nunca tinha tido nenhum contato com ele, mas depois realmente pensei: 'Ele perdeu a cabeça'. Achei que ele ia querer vir falar comigo, mas nunca deu mais nada.”

Nelsinho também lembrou do momento do problema neste fim de semana. “Tinha acabado de sair do carro. Vinha ele e a turma dele inteira. Acabou a corrida, todos de cabeça quente, não é a hora de começar a gritar. E ele veio para cima de mim, e gritei: 'Sai daqui.'”

Após uma reunião e de um pedido de desculpas de Nelsinho a Scott por um chute 'abaixo da cintura', mais tarde o brasileiro foi até o estacionamento para ir embora do autódromo. Lá estavam mecânicos da equipe do rival. “Minha sorte é que não estava sozinho. Ignorei, tentei continuar andando, mas eles vieram para cima.”

“Me derrubaram, me deram chutes e socos. Mas conseguiram segurar eles, saí correndo e minha sorte é que tinham policiais perto, que conseguiram afastar tudo. Foi ignorante, foi triste”, relatou Nelsinho, que disse que um membro de seu time machucou o braço.

Após os acontecimentos, Piquet diz que a imprensa americana o vê como vilão. “Não sei por que ele veem o 'dois' como vítima dessa situação sendo que fui emboscado no estacionamento. Não sei se é porque sou brasileiro, mas é a realidade”, relatou.

O piloto também contou que já foi procurado pela Nascar. “Me perguntaram se queria continuar com a queixa contra os mecânicos, e disse que não sabia. Quero que essa história acabe o mais rápido possível e que nem eu, nem a Nascar e nem o 'dois' sofram mais com esses desdobramentos.”

“Mas ter me esperado para brigar fora da pista é grave. Ele tem que tomar uma punição feia. E são dois mecânicos que já tinham histórico de ter arrumado confusão, então não é uma coisa nova. É uma categoria séria isso aqui.” Os dois membros da equipe foram presos logo após o incidente.

Nelsinho, por fim, disse que a equipe de Scott o ameaçou querendo, que retire a queixa contra seus mecânicos “Me falaram que se a gente não desistir deste caso com os mecânicos, eles vão entrar contra mim pois o chutei embaixo. Ele [Scott] não sentiu nada na hora. Ou ele não tem nada lá embaixo, ou eu não acertei”.

29abr/131

Dê uma voltinha de McLaren com Luiz Razia

A estreia de Luiz Razia no International GT3 Open, pilotando a McLaren, não foi como o esperado. Depois de se classificar em terceiro e segundo nas duas baterias disputadas no circuito francês de Paul Ricard, o brasileiro se envolveu em toques e teve problemas no carro.

As provas foram vencidas pelo Aston Martin de Enzo Ide e Maxime Soulete e pela Ferrari de Luca Filippi e Andrea Montermini.

Razia divide o McLaren 12C com o neozelandês Chris van der Drift na equipe Bhai Tech Advanced Vehicle Science. A próxima prova será disputada no circuito português de Portimão, em duas semanas.

26abr/130

Onboard com Valentino em quatro rodas

O italiano Valentino Rossi trocou as motos pelos carros em um evento promocional realizado na última segunda-feira. Guiando o carro de Kyle Busch, o piloto conseguiu virar um tempo suficiente para ficar na primeira metade da tabela em corridas da Nationwide da Nascar, na pista de Charlotte, nos Estados Unidos.

“Ele começou lento, o que acontece, mas depois começou a ganhar muito a cada volta”, contou Busch. “Até que chegou a andar em tempos competitivos – tempos que o colocariam no top 15 em um treino da Nationwide. É muito bom para um cara que pega o carro pela primeira vez, principalmente alguém acostumado a pilotar em duas rodas.”

Para Rossi, “no começo foi um pouco estranho, porque é difícil andar reto. Mas depois de algumas voltas, ganhei confiança e consegui ir cada vez mais rápido. Há muita aderência nas freadas, então você se sente grudado na pista.”

Categorias: Nascar Sem Comentários
24abr/132

Confira os zerinhos de Di Grassi com um som diferente

O piloto brasileiro Lucas di Grassi participou de uma demonstração do carro da Fórmula E em Los Angeles, nos Estados Unidos. A categoria receberá uma das etapas do campeonato de carros de fórmula elétricos, que faz sua estreia neste ano.

18abr/130

Ainda tentando F1, Razia irá guiar McLaren no GT Open

 

Luiz Razia e Max Chilton durante a pré-temporada pela Marussia (James Moy)

Enquanto busca voltar ainda este ano para a F1, o brasileiro Luiz Razia fechou com a equipe Bhai Tech e vai participar da primeira corrida do GT Open a bordo de um McLaren MP4-12C no final deste mês no circuito de Paul Ricard, na França. Razia já participou de um teste com o carro na última quarta-feira em Adria, na Itália.

“Foi uma experiência bem legal. É um carro de turismo, mas bem diferente de um Stock Car, por exemplo. Tem algumas coisas que são até bem próximas de um Fórmula 1, como o volante. E é um carro pesado, mas ao mesmo tempo mole, e com muita potencia”, contou o baiano de 24 anos ao TotalRace.

Razia garantiu que já fechou sua participação na primeira corrida ao lado de Giorgio Pântano, Rafael Suzuki e Chris van der Drift, mas ainda não sabe se correrá no restante do campeonato. “Eu estava parado em casa, só treinando no simulador e recebi o convite. Eles queriam quatro pilotos fortes para competir nesta primeira corrida e conseguiram. É uma grande equipe e pelas informações que eu tenho e pelo que vi no teste, dá pra brigar pelo pódio da categoria logo na primeira corrida. Mas não sei se disputo o campeonato. Meu foco é voltar à F1. Sempre pilotei fórmulas e é isso que eu quero no momento”, afirmou Razia que mira uma vaga como piloto de sexta-feira na Force India.

“É a única equipe que está com vaga de terceiro piloto em aberto e tenho algum contato lá dentro. Claro que muitos pilotos estão atrás dessa vaga e aquele que tiver mais a oferecer vai ser o escolhido”, explicou o piloto de 24 anos.

Depois de conquistar o vice-campeonato da GP2 em 2012, Razia foi anunciado e chegou a fazer a pré-temporada pela Marussia este ano. Problemas financeiros referentes a um de seus patrocinadores, no entanto, acabaram fazendo com a equipe o substituísse por Jules Bianchi.