18abr/130

Ainda tentando F1, Razia irá guiar McLaren no GT Open

 

Luiz Razia e Max Chilton durante a pré-temporada pela Marussia (James Moy)

Enquanto busca voltar ainda este ano para a F1, o brasileiro Luiz Razia fechou com a equipe Bhai Tech e vai participar da primeira corrida do GT Open a bordo de um McLaren MP4-12C no final deste mês no circuito de Paul Ricard, na França. Razia já participou de um teste com o carro na última quarta-feira em Adria, na Itália.

“Foi uma experiência bem legal. É um carro de turismo, mas bem diferente de um Stock Car, por exemplo. Tem algumas coisas que são até bem próximas de um Fórmula 1, como o volante. E é um carro pesado, mas ao mesmo tempo mole, e com muita potencia”, contou o baiano de 24 anos ao TotalRace.

Razia garantiu que já fechou sua participação na primeira corrida ao lado de Giorgio Pântano, Rafael Suzuki e Chris van der Drift, mas ainda não sabe se correrá no restante do campeonato. “Eu estava parado em casa, só treinando no simulador e recebi o convite. Eles queriam quatro pilotos fortes para competir nesta primeira corrida e conseguiram. É uma grande equipe e pelas informações que eu tenho e pelo que vi no teste, dá pra brigar pelo pódio da categoria logo na primeira corrida. Mas não sei se disputo o campeonato. Meu foco é voltar à F1. Sempre pilotei fórmulas e é isso que eu quero no momento”, afirmou Razia que mira uma vaga como piloto de sexta-feira na Force India.

“É a única equipe que está com vaga de terceiro piloto em aberto e tenho algum contato lá dentro. Claro que muitos pilotos estão atrás dessa vaga e aquele que tiver mais a oferecer vai ser o escolhido”, explicou o piloto de 24 anos.

Depois de conquistar o vice-campeonato da GP2 em 2012, Razia foi anunciado e chegou a fazer a pré-temporada pela Marussia este ano. Problemas financeiros referentes a um de seus patrocinadores, no entanto, acabaram fazendo com a equipe o substituísse por Jules Bianchi.

3abr/131

Pietro Fittipaldi muda o foco e vai para a Europa

Depois de iniciar no automobilismo em categorias regionais americanas de turismo chanceladas pela Nascar, Pietro Fittipaldi mudou o foco da carreira e, aos 16 anos, vai começar a trilhar o caminho dos monopostos na Europa, rumo à Fórmula 1.

O piloto, neto de Emerson Fittipaldi, é o mais novo integrante do programa de pilotos bancado pelo bilionário mexicano do ramo das telecomunicações Carlos Slim, que revelou Sergio Perez, hoje na McLaren, e Esteban Gutierrez, que faz sua estreia na F-1 neste ano.

Nesta primeira temporada, Pietro correrá na nova F-4, categoria que pretende ser um passo anterior à F-3, e na F-Renault. Ambas, na Inglaterra. “Eu sei que o nome tem muita pressão, mas eu preciso criar o meu: ‘Pietro Fittipaldi’. Vai ser muito difícil, um caminho diferente, que eu estou indo lá para aprender. Se Deus quiser, vou estar na F-1 um dia, indo bem. A expectativa ainda não é muito grande, pois não andei muito no carro, mas espero estar lá um dia”, disse.

“Espero fazer 1000% [do que Emerson fez], quero ir muito melhor. [risos] Vai ser muito difícil, mas quero tentar superar o que ele fez. É difícil, mas vou tentar o meu máximo”, completou, ao ser questionado sobre o quanto que ele gostaria de fazer em relação ao avô.

A estreia de Pietro na Inglaterra será no final de semana dos dias 13 e 14 de abril, pela F-Renault, no circuito de Donington Park.

Emerson Fittipaldi explicou que a opção pelas categorias britânicas foi sugestão do chefe do programa de jovens pilotos, Jimmy Morales. “Ele sugeriu essa categoria, a F-4, que é nova, com um carro um pouco mais lento que o F-3. E, por coincidência, quem fabrica os carros é o Ralph Firman, da Van Diemen, que foi meu primeiro mecânico na F-3”, lembrou.

“Tenho um grande respeito pela Nascar, que é uma categoria espetacular, tem pilotos excelentes, mas é muito regional, americana”, afirmou o bicampeão da F-1 da década de 1970. “E claro que fórmula é mundial. Eu achava que era um desperdício de oportunidade se o Pietro não testasse a fórmula, para ver como ele se sente. Ele tem liberdade total de, se quiser, voltar para a Nascar. O objetivo dele agora é a fórmula, mas a decisão vai ser sempre do Pietro, não tem pressão nenhuma nem da família ou patrocinadores. O Carlos [Slim] deixou aberto para mim. É um contrato é de longo prazo em que ele tem a chance também de voltar para a Nascar.”

17jan/130

Toyota em voo solo no WEC em 2013

Foto: José Mario Dias

A Toyota anunciou nesta quinta-feira irá competir com somente um carro no Mundial de Endurance na temporada 2013.

O time possui dois carros, mas preferiu usar somente um no campeonato, deixando dois correndo somente nas 24 Horas de Le Mans.

A equipe entrará em cena novamente com o #7 e com os pilotos Alexander Würz e Nicolas Lapierre; em Le Mans, Kazuki Nakajima correrá junto com a dupla.

O carro do time para esta temporada será o mesmo de 2012, o TS030 Hybrid, somente com algumas atualizações.

"É puramente uma questão de recursos. O que não devemos esquecer é que no ano passado foi um ano para testes e desenvolvimentos. Este ano será nossa primeira temporada completa", revelou o comunicado da Toyota Motorsport GmbH.

"O objetivo deste ano é vencer em Le Mans e conquistar o título", finalizou.

A temporada do WEC começa com um brasileiro tendo totais chances de ser campeão. Lucas di Grassi integrará o time da Audi - campeão de pilotos e construtores ano passado - durante a temporada completa.

3jan/130

Barrichello e Tony confirmam participação nas 24 horas de Daytona

Após passar pela Indy em 2012 e ser anunciado na Stock Car para o ano de 2013, Rubens Barrichello vai se aventurar em mais uma categoria do automobilismo mundial. Ao lado do amigo Tony Kanaan e dos novos colegas da Stock Ricardo Maurício e Nonô Figueiredo, o experiente brasileiro irá participar da tradicional 24 Horas de Daytona, prova que abre a temporada da Grand-Am e o ano do automobilismo norte-americano. A prova acontecerá nos dias 26 e 27 de janeiro e o primeiro contato dos brasileiros com o Porsche GT3 número 21 da equipe Dener Motorsport será já neste final de semana, durante sessão de testes.

Barrichello fará sua estréia na categoria, mas Kanaan participa pela segunda vez, já que correu a mesma prova em 1998, quando foi o 11º na classificação geral e o terceiro na classe GT1.

Além do carro número 21, a equipe chefiada por Dener Pires também contará com o carro número 20, que também contará com Nonô e Ricardo Maurício, e mais Constantino Junior, Clemente Lunardi e Marcel Visconde.

Ao todo, já são 13 os brasileiros inscritos na prova e em breve, o atual campeão, Oswaldo Negri Jr, deve ser confirmado em um dos carros da Michael Shank Racing (Ford/Riley). Bruno Junqueira também deve pintar na prova.

Christian Fittipaldi, Felipe Nasr e Nelsinho Piquet vão participar da categoria Daytona Protótipo (DP) com o Corvette número 5 da equipe Action Express e a Ferrari 458, número 64 da Scuderia Corsa terá Chico Longo, Raphael Matos, Xandinho Negrão e Daniel Serra.

29set/120

Na DTM, Augusto Farfus larga na pole em Valencia

Farfus conduz seu BMW em Valencia

 
O brasileiro Augusto Farfus, da RBM BMW fez o melhor tempo no treino deste sábado e largará na pole-position, amanhã, em Valencia, pela penúltima etapa da temporada 2012 da DTM. Farfus, que está em seu primeiro ano na categoria, esteve em primeiro em três das quatro fases da classificação e fechou a melhor volta no circuito Ricardo Tormo com o tempo de 1m26s446.

O brasileiro do carro 16 será o primeiro sul-americano a largar na pole desde Johnny Cecotto, há 20 anos.
Ao lado dele na primeira fila, estará Edoardo Mortara, da Rosberg Audi. Filipe Albuquerque e Adrien Tambay formam a segunda fila.

Entre os postulantes ao título, Bruno Spengler, da Schnitzer BMW, larga em 12º, Gary Paffett (HWA Mercedes) em 16º e Jamie Green (HWA Mercedes) em 18º. Os ex-F1 Ralf Schumacher e David Coulthard fizeram os dois piores tempos do dia.

O Bandsports transmite a prova ao vivo, a partir das 9h deste domingo (30/09).

1°) Augusto Farfus (RBM BMW), 1m26s446
2°) Edoardo Mortara (Rosberg Audi),1m26s756
3°) Filipe Albuquerque (Rosberg Audi),1m26s894
4º) Adrien Tambay (Abt Audi),1m26s981
5º) Mike Rockenfeller (Abt Audi), 1m26s789
6º) Andy Priaulx (RBM BMW), 1m26s824
7º) Timo Scheider (Abt Audi), 1m26s849
8º) Mattias Ekstrom (Abt Audi),1m26s936
9º) Dirk Werner (Schnitzer BMW), 1m27s039
10º) Miguel Molina (Phoenix Audi),1m27s040
11º) Martin Tomczyk (RMG BMW), 1m26s813
12º) Bruno Spengler (Schnitzer BMW), 1m26s818
13º) Joey Hand (RMG BMW), 1m26s977
14º) Robert Wickens (Mucke Mercedes), 1m27s128
15º) Rahel Frey (Abt Audi), 1m27s260
16º) Gary Paffett (HWA Mercedes), 1m27s288
17º) Roberto Merhi (Persson Mercedes), 1m27s377
18º) Jamie Green (HWA Mercedes), 1m27s380
19º) Christian Vietoris (HWA Mercedes), 1m27s454
20º) Susie Wolff (Persson Mercedes), 1m27s533
21º) David Coulthard (Mucke Mercedes), 1m28s012
22º) Ralf Schumacher (HWA Mercedes), 1m28s090

16set/120

Rees põe o Brasil no alto do pódio em Interlagos

Rees (em primeiro plano, de óculos) comemora no pódio junto com os franceses da Larbre

 
(Por Guilherme Carvalho) Mesmo sem tanta tradição no endurance, o Brasil venceu nas 6h de São Paulo disputada neste sábado em Interlagos. Graças ao paulistano Fernando Rees da equipe francesa Larbre Competition, que terminou em primeiro entre os seis carros da categoria GTE AM. Ao lado de Patrick Bornhauser e Julien Canal, ambos franceses, Rees conseguiu ao longo das seis horas de prova dar 216 voltas no circuito com seu Corvette C6 ZR1. Uma vitória bem tranqüila, já que o segundo colocado da categoria deu três voltas a menos. No geral, o carro número 50 da Larbre ficou em 20º entre os 28 que largaram.

“Sabíamos que tinha um carro muito competitivo aqui, com grandes chances de vitória, mas em endurance nunca dá para saber que vai acontecer. No começo da prova, sabíamos que era preciso recuperar terreno no começo, pois largamos mais atrás. E conseguimos. Logo na primeira hora já tínhamos uma volta de distância para os outros carros da categoria e a partir daí nos preocupamos somente em administrar, poupando o carro e evitando os acidentes. Passamos a pensar volta a volta e tomar bastante cuidado com os protótipos, até chegar ao final”, narrou Fernando Rees ao TotalRace.

Segundo o brasileiro, a adaptação do carro ao circuito paulista e seu próprio conhecimento da pista foram a principal razão da vitória. “Nosso carro se adaptou muito bem ao circuito e, além disso, eu conheço muito bem a pista, pois passei seis meses correndo aqui todos os dias na minha época de Kart. Sendo assim, pude orientar bastante meus companheiros, que logo entenderam bem a pista. Tudo isso ajudou a conquistarmos essa vitória”, comemorou.

Fernando Rees, no entanto, não corre todas as etapas do Mundial de Endurance pela Larbre. Ele costuma se revezar com o português Pedro Lamy e a decisão sobre quem corre em cada etapa passa por diversos fatores, inclusive comerciais e de mercado. “Às vezes depende muito da força dos patrocinadores em cada região que vamos correr, entre outras coisas. Na próxima do Bahrein, eu corro, mas na China ainda não sei. Com certeza essa vitória pode me ajudar um pouco, tanto para correr outra etapa esse ano, como para permanecer na equipe no ano que vem, que é o meu desejo”, explicou.

15set/121

“Quem veio, gostou”, garantiu Emerson Fittipaldi sobre as 6h de São Paulo

 
(Por Guilherme Carvalho) As arquibancadas não estavam cheias, mas havia bastante público circulando ontem pelo Autódromo de Interlagos. A maioria, composta por famílias, se divertiu bastante nas áreas de entretenimento (roda gigante, arvorismo, exposição de carros antigos etc) e principalmente na visitação aos boxes, para ver os maravilhosos carros do Mundial de Endurance. Era tanta gente para ver os carros, que não deu tempo para chegar até o fim da fila.

“Peço desculpas a quem ficou na fila para visitar os boxes, mas não conseguiu entrar. No próximo ano faremos uma janela maior de tempo de visitação”, afirmou Emerson Fittipaldi um dos idealizadores das 6h de São Paulo. O bicampeão mundial de Fórmula 1 fez um balanço positivo do evento e se surpreendeu com a vitória da Toyota. “Foi uma surpresa a vitória dos japoneses, quase todos esperavam que a Audi levasse, mas o importante é que foi um evento espetacular, quem veio aqui gostou e com certeza voltará no ano que vem. Não é fácil fazer um evento pela primeira, mas tudo funcionou bem e gostaria de agradecer ao prefeito Gilberto Kassab, que nos ajudou bastante.”

Emerson disse que ficou contente com o tipo de público presente em Interlagos e que já imagina novas atrações para o ano que vem. “Veio muita família hoje e é assim que deve ser, como em Le Mans. Ano que vem faremos um concurso da elegância para carros antigos, entre outras coisas, para entreter ainda mais o público e atrair a família toda mais uma vez”, contou.

Segundo a lenda do automobilismo brasileiro, o evento agradou também os dirigentes do WEC, o Mundial de Endurance. “Recebi muitos elogios do pessoal do WEC, dos franceses de Le Mans, do público em geral também. Enfim, todos ficaram satisfeitos e podemos dizer que o evento foi um sucesso”, classificou.

14set/120

Emerson se impressiona com desempenho de Di Grassi: “espetacular”

(Por Felipe Motta e Guilherme Carvalho) Idealizador das 6h de São Paulo, ao lado de Gerard Neveu e Jean Todt, Emerson Fittipaldi fez um balanço positivo dos primeiros dias da competição em Interlagos e se impressionou com o desempenho do brasileiro Lucas di Grassi. Di Grassi foi convidado para prova por iniciativa do próprio Emerson, que queria um brasileiro com chances de vitória na corrida. O ex-piloto da Virgin entrou no carro número 2 da Audi, ao lado do octacampeão de Le Mans, Tom Kristensen e de Allan McNish, vencedor duas vezes na prova francesa. Mesmo com companheiros com esse currículo, Lucas foi o mais rápido da equipe na quinta-feira e ganhou o direito de guiar o carro no classificatório, ontem, quando terminou em segundo no geral, à frente inclusive do carro número 1 da equipe, que tem tecnologia mais avançada.

“Foi um desempenho espetacular. È claro que já esperávamos, mas não tanto assim. Surpreendeu todo mundo, incluindo sua equipe. Conseguiu ser o mais rápido do time, que conta com pilotos campeões de Le Mans e ainda foi mais rápido que o carro número 1”, derreteu-se Emerson Fittipaldi, que em Le Mans, fez lobby para Di Grassi. “Insistimos muito para ter um brasileiro na equipe Audi, apareceu a oportunidade e ele está aí mostrando seu talento. Espero que novas oportunidades para pilotos brasileiros apareçam”, disse o bicampeão mundial de F1.

Apesar do bom desempenho de Di Grassi, a pole ficou com a Toyota de Alexander Wurz. Para Emerson, foi devido ao momento certo de entrar na pista. “Fiquei surpreso com a pole da Toyota, eles esperaram até o último momento para entrar e quando entraram a pista estava 10 graus mais fria. Os Audi entraram antes e deram menos sorte”, analisou Emerson.

De acordo com Emerson, a corrida de amanhã tem tudo para agradar ao público. Além de torcer pelo brasileiro Di Grassi e acompanhar a briga entre Audi e Toyota, o público terá outras atrações. “As pessoas podem se deliciar com esses carros maravilhosos, aqui é um centro de tecnologia para o futuro, porque vai tudo pra rua. O motor mais eficiente é o que alia potência e consumo, o que é um problema mundial. O melhor acaba poluindo menos, tanto que já temos os híbridos, com uma tecnologia incrível. È impressionante, porque faz tão pouco barulho, que dá pra ouvir os pneus”, comentou.

14set/120

Larbre, do brasileiro Fernando Rees, se decepciona com 4º na GTE Am

Parecia fácil para a Larbre Competition fazer o melhor tempo na categoria GTE Am. Eles estavam bem durante os treinos livres, mas resolveram fazer algumas mudanças no acerto e nada deu certo. O brasileiro Fernando Rees, que conduziu o Chevrolet Corvette C6-ZR1 no treino classificatório conseguiu apenas o 26º tempo no geral, o quarto na categoria, com 1min35s485.

“Nós estávamos 100% confiantes que iríamos largar em primeiro. Estava muito fácil andar na frente dos outros. Mas fomos surpreendidos pela mudança de comportamento do carro, após umas mexidas que fizemos e não deram certo e agora é voltar ao acerto anterior para ir melhor na corrida”, explicou o brasileiro, ressaltando que a mudança de temperatura da pista também prejudicou o time.

“A pista ficou bem mais quente de ontem para hoje, perdemos bastante tempo e não conseguimos repetir os tempos dos outros treino, quando tínhamos uma boa margem para os outros times”.

Para a corrida, no entanto, Rees está bem otimista. “Temos três pilotos que estão com ótimos tempos em relação aos outros trios. Estamos bem competitivos, então é seguir nosso planejamento em relação ao consumo que com certeza estaremos melhores na corrida do que no treino. Sairemos um pouco atrás, mas dá pra recuperar na corrida”, disse o brasileiro, que se reveza na Larbre com o português Pedro Lamy e já correu nas etapas de Silverstone e Spa.

Em relação ao carro da Ferrari, que em Silverstone venceu após fazer uma parada a menos, Rees não demonstra grande preocupação. “Eles tinham um trio muito entrosado e com grande experiência com o carro e dessa vez não terão isso”, destacou, lembrando que o trio rival está fazendo sua primeira corrida no WEC.

10set/120

“Sabia que seria como andar de bicicleta”, comenta Kubica

Kubica disse que está mais animado após vitória

Após retornar às competições automobilísticas em grande estilo, vencendo o Rali Ronde Gomitolo di Lana, Robert Kubica se disse mais confiante em continuar a competir.

O polonês voltou a disputar uma prova após o gravíssimo acidente que teve no Ronde di Andora no dia 6 de fevereiro, no qual sofreu gravíssimas lesões na perna e, especialmente, no braço direitos e passou por inúmeras cirurgias.

"Eu sabia que seria parecido como andar de bicicleta, você nunca esquece", disse o polaco ao Gazzetta dello Sport. "Eu queria ver como estavam minhas condições físicas e mentais em uma competição, e tive um bom retorno", completou.

"A caminhada ainda é longa, mas em poucos dias eu irei encarar um verdadeiro rali com mais confiança. Se não tivesse melhorado as minhas condições, eu não estaria aqui. Mas agora, tendo feito parte disso e vencido o rali Ronde Gomitolo di Lana é o suficiente", finalizou.

O co-piloto de Kubica no rali, Giuliano Manfredi, esperava ver o companheiro agitado e nervoso, mas ele relatou que "estava sempre calmo e focado."

A próximo prova de Robert Kubica nos ralis deverá ser em San Martino di Castrozza já neste fim de semana.