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GP da Malásia
Data da corrida
2013-03-24

Nome do circuito
Sepang International Circuit

Número de voltas
56

Distância do circuito
5543 metros

Distância da corrida
310408 metros


Dados Técnicos
Desgaste de Pneus
Desgaste de Pneus
Desgaste de Freios
Desgaste de Freios
2,34
kg/5 km
Consumo de combustível
18s8
Segundos
Tempo de pitlane
Asfalto
liso
Tipo
de pista
Pressão aerodinâmica
Pressão aerodinâmica

História
Em Sepang só há dois tipos de clima: sol de rachar e dilúvios bíblicos
História

O Grande Prêmio da Malásia é o marco da estrutura atual da Fórmula 1. Após desenhar o aeroporto internacional de Kuala Lumpur (KLIA), um dos mais modernos do mundo, o arquiteto alemão, Hermann Tilke foi contratado por Bernie Ecclestone para realizar a pista em Sepang, Malásia.

A Fórmula 1 começou ali sua expansão para o Oriente. Depois da prova malaia, Tilke realizou para Ecclestone os circuitos de Bahrein, China, Turquia, Abu Dhabi e Coreia do Sul. Fará nos próximos meses, Índia, Estados Unidos e Rússia.

Quando estreou no calendário, a Malásia fazia parte do encerramento. Em 1999, seu primeiro ano, foi a penúltima etapa.

Após o grave acidente que sofreu em Silverstone, Michael Schumacher retornou para tentar ajudar o companheiro, Eddie Irvine. O alemão cedeu a vitória ao irlandês, porém o título na última etapa foi para Mika Hakkinen.

"A Fórmula 1 começou ali sua expansão para o Oriente. Depois da prova malaia, Tilke realizou para Ecclestone os circuitos de Bahrein, China, Turquia, Abu Dhabi e Coreia do Sul"

Em 2000, a etapa malaia foi a última da temporada.

De 2001 em diante, a Fórmula 1 levou a prova para o começo do calendário, quando as temperaturas são mais amenas (pelo menos, inferiores aos 40 graus de setembro e outubro).

Michael Schumacher, com três vitórias, é o maior ganhador em Sepang.

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