kg/5 km
Segundos
ondulado
de pista
O Grande Prêmio do Japão estreou em 1976. A entrada do país no calendário foi imponente: fez de James Hunt o novo campeão mundial.
Na ocasião, Niki Lauda, recém recuperado do acidente que sofrera em Nurburgring, desistiu da prova diante da forte chuva.
Depois de 1977, o Japão ficou alguns anos fora da Fórmula 1. Na prova daquele ano, dois espectadores morreram após serem atingidos pela Ferrari de Gilles Villeneuve.
Voltou em 1987 e nunca mais saiu. No retorno, em Suzuka, demonstrou vocação para definir campeões. Nelson Piquet, em 1987, Ayrton Senna, em 1988, 1990, 1991, e Alain Prost, em 1989, celebraram seus títulos na pista japonesa.
Damon Hill, em 1996, Mika Hakkinen, em 1998 e 1999, Michael Schumacher, em 2000 e 2003, também foram campeões no Japão. O país é o que mais vezes definiu um campeonato: 11.
O maior vencedor da prova é Michael Schumacher, com quatro vitórias. Entre os brasileiros que triunfaram estão Ayrton Senna (duas vezes), Nelson Piquet e Rubens Barrichello (uma cada).
Suzuka tem traçado amado por pilotos. Ao lado de Spa-Francorchamps, na Bélgica, é o mais mencionado como layout desafiador. A sucessão de curvas de média e alta velocidade é uma das mais difíceis do calendário.
A torcida é um capítulo à parte. Japoneses enchem o circuito na quinta-feira, quando praticamente nada acontece. Do lado de fora, as filas são imensas na expectativa de um autógrafo do piloto preferido.








