A Caterham chegou na Fórmula 1 após a promessa de teto orçamentário apresentada pelo ex-presidente da FIA Max Mosley durante a temporada de 2009. A ideia não vingou, mas ainda assim o empresário malaio Tony Fernandes levou adiante o projeto que inicialmente contava com o nome Lotus e com o apoio da família do lendário engenheiro e projetista Colin Chapman, por meio de seu filho, Clive.
A ideia era homenagear e reviver a antiga escuderia, uma das mais tradicionais da categoria, pela qual passaram nomes como Emerson Fittipaldi, Jim Clark, Mario Andretti, Nelson Piquet e Ayrton Senna.
Na primeira temporada, em 2010, a equipe formada pelos pilotos Jarno Trulli e Heikki Kovalainen terminou o campeonato sem pontuar, mas como a melhor entre as três que estrearam naquela temporada. Foi, portanto, a novata que apresentou a estrutura mais sólida para ganhar posições nos próximos campeonatos.
Para 2011, o time contou com motor Renault e com câmbio e transmissão da Red Bull. A parceria continuou em 2012 e foi extendida para o Kers. Assim, a Caterham tornou-se a primeira entre as estreantes de 2010 a usar o dispositivo. Mesmo assim, a equipe teve dificuldades para manter o décimo posto no Mundial de Construtores em 2012 e precisou de um 11º lugar do russo Vitaly Petrov na última corrida, no GP do Brasil, para superar a Marussia. Para 2013, o time renovou 100% dua dupla de pilotos, contando com Charles Pic e o estreante Guiedo van der Garde.
Após longa batalha judicial contra a Lotus Cars, que tem participação na equipe conhecida até 2011 como Renault, o time de Tony Fernandes mudou seu nome para Caterham a partir de 2012, permitindo que o nome Lotus seja exclusivamente usado pela equipe de Kimi Raikkonen.








