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Data: 18/10/2012 12:30:00  -  Atualizado em: 18/10/2012 02:48:22
Com opção de escolha na GP2, Nasr mira equipe vencedora pra 2013
Brasileiro garante que não continua na DAMS e também fala sobre sua segunda participação no GP de Macau, em novembro
por: Guilherme Carvalho e Felipe Motta
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Nasr quer equipe que lhe dê mais condições
Nasr quer equipe que lhe dê mais condições
Crédito da foto: LAT/GP2 Media Service

Pilotando pela DAMS, Felipe Nasr terminou em 10º lugar em seu primeiro ano na GP2. A equipe foi a mesma do campeão, Davide Valsecchi, mas se engana quem pensa que o brasileiro tinha um ótimo carro nas mãos.

Na principal categoria de acesso para a F1, são poucas as equipes que podem dar um bom carro para seus dois pilotos. Sabendo disso, Nasr já descartou continuar no time no ano que vem e agora busca definir o mais depressa possível sua nova equipe para 2013. “Diferente do ano passado, quando tivemos uma decisão tardia de que entraríamos na GP2, esse ano as coisas estão muito bem encaminhadas. Tive um ano bem positivo, quem é de dentro da categoria soube dos contratempos que tive e viu meu potencial. Cheguei despreparado, sem treinar e muita gente ficou surpresa com os resultados. Então, agora estou numa posição de escolher uma equipe e espero que possa entrar em uma equipe que me dê mais condições do que a DAMS me deu em 2012”, disse o brasileiro em entrevista à Jovem Pan.

Ao contrário do ano passado, quando estreou na categoria sem nem ter treinado direito, Nasr quer começar forte no ano quem vem, por isso pretende decidir seu futuro rapidamente. “A intenção é fazer os treinos oficiais na minha futura equipe já neste ano. Não quero perder nada, evitar repetir o que houve no ano passado, quando não participei dos treinos principais. Agora tenho uma bagagem, já conheço o carro, os pneus, as pistas, então é sentar em uma equipe que me dê condições para brigar pelo título”, ambiciona.

Para isso, Nasr conta também com o conhecimento do padock. “Depois de um ano lá dentro a gente conhece os mecânicos, os engenheiros e sabe quem é bom para ter ao lado. Só vivenciando a gente aprende isso. Este é um dos cuidados que é preciso ter na hora de decidir a equipe. O outro é em relação às condições que ela pode dar. Só três equipes têm condições de dar a mesma atenção para os dois pilotos e não foi o caso da DAMS. A equipe não me ajudou tanto. Agora busco uma que esteja com vontade de vencer e me dê condições para isso. É o que eu procuro”, revelou.

Sobre seu principal objetivo, que é chegar à F1, Nasr ainda evita se apressar. O piloto nem se preocupou com a recente dança das cadeiras, pois acha que só começará a pensar em uma vaga na categoria após a temporada da GP2 do ano que vem. “Meu plano sempre foi fazer duas temporadas de GP2. Meu foco é na temporada de 2013, e na hora certa meu empresário falará com as equipes. Sei por ele que houve bons comentários a meu respeito, mas ainda estou em fase de desenvolvimento. Não adianta chegar sem a devida preparação na F1. Experiência é tempo na pista e não há pressa pra adquirir, é preciso vir naturalmente. No momento eu preciso de quilometragem, preciso estar na pista, correndo”, argumentou.

Pensando nisso, Nasr não teve dúvida em aceitar correr o tradicional GP de Macau, que será disputado dia 18 de novembro. O convite veio da Carlin, mesma equipe com a qual participou em 2011, quando ficou com a segunda posição. Antes, Nasr participará de uma seletiva da prova no circuito de Hockenheim, na Alemanha. “O convite para correr de novo em Macau veio da Carlin, junto com a Volkswagen. Estavam procurando um piloto com experiência em Macau, pois eles querem ganhar. Fiquei surpreso, mas como gosto muito da prova e sempre tive o sonho de vencer lá, achei bem legal. Acho que temos grande chance de brigar pela vitória”, analisou.

Em 2011, Nasr chegou em segundo mais ficou um tanto frustrado. Faltando duas voltas para o final, um acidente fez o Safety Car entrar na pista e acabar com sua esperança de vitória. “Fiquei meio incomodado porque a corrida acabou em bandeira amarela. Estive bem próximo da vitória e ficou essa vontade de voltar, mas não sabia que já seria no ano seguinte. É ótimo poder trabalhar novamente com a Carlin, equipe que eu gosto muito de trabalhar e que tenho boa amizade lá dentro”, comentou o brasileiro, que perdeu a corrida de 2011 para o espanhol Daniel Juncadella.
 


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