Mark Alan Webber nasceu em Queanbeyan, Austrália, em 27 de agosto de 1976.
Após competir no kart e no campeonato australiano de Fórmula Ford, fez sua estreia internacional em Brands Hatch, Inglaterra, no Festival de Formula Ford de 1995, chegando em terceiro lugar pela equipe Van Diemen.
No ano seguinte, conseguiu quatro vitórias no Campeonato Britânico de Fórmula Ford, ficando com o vice-campeonato. Além disso, venceu o Festival de Formula Ford e a corrida de Spa-Francochamps, dois eventos importantes do Campeonato Europeu da categoria. Assim, terminou o campeonato em terceiro, apesar de competir em apenas duas das três provas.
Webber passou para a Fórmula 3 inglesa em 1997.
Em 1999, durante as 24 Horas de Le Mans, correndo pela classe LMGTP, o australiano sofreu dois acidentes espetaculares (no treino e na corrida) ao volante de uma Mercedes CLR. No ano seguinte passou a participar da Fórmula 3000, o que lhe deu visibilidade dentre os poderosos da Fórmula 1.
Foi piloto de testes da equipe Arrows em 2000 e da Benetton em 2001. Agenciado por Flavio Briatore, estreou na Fórmula 1 pela Minardi, no Grande Prêmio da Austrália de 2002. O quinto lugar na prova foi o melhor resultado da equipe durante toda a temporada.
Em novembro de 2002, foi anunciada sua entrada para a equipe Jaguar, ao lado do brasileiro Antônio Pizzonia. Webber terminou a temporada seguinte em décimo lugar, apesar das limitações do carro, o que o fez ser eleito pela revista Autosport “Piloto do Ano”.
Em 2005, já na Williams, subiu ao pódio pela primeira vez, obtendo o terceiro lugar em Mônaco, e pontuou em 10 das 18 corridas disputadas. O ano seguinte não foi tão bom e Webber terminou a temporada em 14º lugar, pontuando apenas três vezes.
Em 2007, na equipe Red Bull, o australiano conquistou o terceiro lugar no GP da Europa e, em 2009, conseguiu a primeira pole position e a primeira vitória no Grande Prêmio da Alemanha, 28 anos após a última vitória de um compatriota (Alan Jones) na categoria. Seu segundo triunfo veio no mesmo ano, no GP do Brasil.
Atingiu seu auge na temporada de 2010 ao alcançar quatro vitórias (Espanha, Mônaco, Inglaterra e Hungria) e quatro segundos lugares (Malásia, Bélgica, Japão e Brasil). Encerrou o campeonato em terceiro lugar, se mantendo na disputa pelo título até a última prova.
A temporada 2011 não foi tão positiva para o australiano, que teve dificuldades na adaptação com os pneus Pirelli e não conseguiu acompanhar o ritmo do bicampeão Sebastian Vettel durante todo o ano. Fez apenas três pole positions no ano, contra 15 do companheiro, e venceu apenas uma prova, na etapa final, no GP do Brasil. Foi o suficiente, no entanto, para roubar o terceiro lugar no Mundial de Pilotos de Fernando Alonso. Ainda assim, Webber fechou o ano a 134 pontos de Vettel.
Em 2012, Webber teve um desempenho um pouco melhor, vencendo os GPs de Mônaco e da Grã-Bretanha, mas voltou a ficar longe de Vettel na classificação. Enquanto o companheiro foi campeão, o australiano ficou apenas em sexto no campeonato. Ainda assim, renovou por mais um ano com a Red Bull.








